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Mónaco 2: Rowland 1.º, Félix da Costa 3.º

Atualizado: 18 de mai.

Oliver Rowland, da Nissan, ganhou o segundo ePrix do Mónaco no fim de semana do Mundial de Fórmula E no Principado. É a primeira vitória do campeão da Época 11 na Época 12. Este sucesso permite ao britânico de 33 anos progredir da quarta posição para a segundo no campeonato de pilotos, com 109 pontos, menos 19 do que o neozelandês Mitch Evans, da Jaguar TCS Racing, o quarto classificado nesta corrida. O brasileiro Felipe Drugovich, da Andretti, foi segundo, garantindo, assim, o primeiro pódio na categoria, e o português António Félix da Costa, da Jaguar TCS Racing, terminou na terceira posição.



Oliver Rowland, da Nissan, ganhou o segundo ePrix do Mónaco no fim de semana do Mundial de Fórmula E no Principado. É a primeira vitória do campeão da Época 11 na Época 12. Este sucesso permite ao britânico de 33 anos progredir da quarta posição para a segundo no campeonato de pilotos, com 109 pontos, menos 19 do que o neozelandês Mitch Evans, da Jaguar TCS Racing, o quarto classificado nesta corrida. O brasileiro Felipe Drugovich, da Andretti, foi segundo, garantindo, assim, o primeiro pódio na categoria, e o português António Félix da Costa, da Jaguar TCS Racing, terminou na terceira posição.



Para Rowland, oitava vitória na Fórmula E, primeira em 2025-26, após qualificar-se em oitavo e proteger-se, estrategicamente, do caos habitual nos primeiros metros de todos os ePrix. O britânico, mestre na gestão da energia, aproximou-se do topo da classificação passo a passo, selecionando bem os dois momentos de ativação do Attack Mode, programa que proporciona mais 50 kW e tração integral durante 8 minutos. E, depois, uma vez no comando, e conduzindo sem erros, manteve-o até à bandeira de xadrez. O ano passado, na caminha para o título mundial o britânico também ganhou no Principado, conseguindo-o, no entanto, na primeira corrida do fim de semana.



“Corrida difícil e traiçoeira. O ritmo inicial, elevado, surpreendeu-me, mas mantive a paciência, respeitei o plano que preparámos e evitei as confusões das primeiras voltas. Tínhamos a corrida bem preparada e mantive-me confiante na hipótese de ganhar. Felizmente, consegui-o”, disse Oliver Rowland.



Para António Félix da Costa, que conseguiu o terceiro pódio da temporada e o 30.º na Fórmula E, ePrix do Mónaco muito mais complicado. O português, segundo na grelha de partida, foi vítima de toque de Edoardo Mortara, da Mahindra Racing, na travagem para a Nouvelle Chicane (na véspera, na mesma zona, embateu no muro do circuito, depois do toque do Cupra KIRO de Dan Ticktum e teve de abandonar), e baixou para a 15.ª posição.  O suíço receberia penalização de 10 s, que acabaria por fazê-lo de baixar de segundo para quinto após a bandeira de xadrez.



Todavia, aos 34 anos e à 12.ª temporada no campeonato, Félix da Costa tem muita experiência e sabe que o mais importante é como termina e não como começa. E, com I-Type 7 da Jaguar TCS Racing sem danos graves, iniciou recuperação notável. O português chegou mesmo a comandar este ePrix, mas esgotou os Attack Modes antes dos perseguidores mais diretos e, sem energia para contra-atacar, garantiu a terceira posição, ganhando pontos suficientes (15) para subir de oitavo para sexto na classificação de pilotos. Depois de somar um ponto em Berlim, em dois ePrix, e abandonar na véspera, trata-se de resultado muito importante.



“Honestamente, quando vi a bandeira de xadrez, não sabia se devia estar contente ou zangado. Esta temporada, acontece-me de tudo, já perdi a conta ao número de toques em corridas! Hoje, pensei que estava tudo terminado, mas a equipa reagiu depressa aos acontecimentos e preparou estratégia nova que funcionou. Devo-lhe o resultado. Considerando o incidente na primeira vota, este pódio deixa-me feliz”, comentou Félix da Costa, que soma 80 pontos, encontrando-se, portanto, a 48 do comandante do Mundial.



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