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Corrosão: carros e marcas mais problemáticos

Atualizado: há 1 dia

Estudo realizado no Reino Unido analisou mais de 3 milhões de relatórios de inspeções periódicas obrigatórias e descobriu quais os fabricantes e os automóveis com maior número de ocorrências relacionadas com corrosão.



Os problemas de ferrugem num automóvel já não são, felizmente, tão comuns como o eram, por exemplo, na década de 1970 ou 1980, época em que até os modelos topo de gama não se coibiam de surpreender os seus proprietários com despesas astronómicas de reparação de chapa e chassis.


A tecnologia evoluiu muito nas últimas décadas e os nossos automóveis já não apodrecem como outrora faziam, mas ainda assim, como resultado de más reparações após acidentes ou de uma insuficiente aplicação de acabamento protetor durante o seu fabrico, alguns automóveis já produzidos no novo milénio continuam a dar dores de cabeça aos seus proprietários, especialmente nas regiões mais húmidas ou onde sal é aplicado nas estradas nevadas.


Uma dessas regiões é o Reino Unido, onde um estudo recentemente realizado pela Plate Insight concluiu, após análise de mais de 3 milhões de relatórios de inspeções periódicas obrigatórias, quais as marcas e modelos com maior número de ocorrências relacionadas com problemas de corrosão. Duas marcas destacam-se pela negativa, colocando doze modelos nos vinte piores classificados, nove dos quais nas nove primeiras posições dos modelos com maior percentagem de problemas de ferrugem, a Suzuki e a Dacia.



No primeiro lugar surge o Suzuki SX4 de 2011 com motor Diesel, com 71,1% dos veículos inspecionados a mostrarem problemas de corrosão, seguido de perto pelo Dacia Duster, também Diesel, de 2013 com 67,3%. No terceiro posto surge o SX4 Diesel de 2012 com 64,7%, na quarta posição coloca-se novamente o Duster de 2013, mas agora com motor a gasolina, com 63,2% de ocorrências e a fechar o top 5 novamente o SX4, agora de 2010 e com motor a gasolina, com 58,7% dos veículos a apresentarem-se “ferrugentos” à inspeção obrigatória.


O problema ganha uma nova dimensão se considerarmos que apenas estas cinco variantes de dois modelos do mercado correspondem a um volume total de 90.350 viaturas com problemas de corrosão em 139.523 inspeções realizadas, suficientemente graves para terem sido averbados aquando da realização da mesma. Ou seja, perto de 65% das unidades estão ferrugentas.



Por oposição, a Ford e o Grupo BMW revelam, no âmbito deste estudo, um desempenho muito bom, com o Fiesta de 2019 equipado com motor a gasolina a liderar a lista dos carros com menor percentagem de viaturas afetadas por corrosão: apenas 589 casos em 334.891 automóveis inspecionados, ou seja, 0,2%. Na segunda posição, com 200 ocorrências em 79.342 inspeções, surge o BMW 320 de 2017 com motor Diesel, o que corresponde a uma percentagem aproximada à do Fiesta. No último lugar do pódio, Mini Cooper, a gasolina, de 2019, com 356 casos de ferrugem em 135.866 viaturas analisadas, apenas 0,3%. Ford EcoSport e Focus encerram o "top-5".

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