FIAT Pandina homenageia Autobianchi Y10
A FIAT decidiu recuperar a memória do Autobianchi Y10 (1985-1996) com o novo Pandina Tributo Autobianchi, uma versão especial posicionada acima dos níveis Pop, Icon e Cross que é apresentada 30 anos depois do registo da última unidade produzida do pequeno modelo italiano.

A ligação entre os dois automóveis excede esta homenagem histórica. Tal como o Y10 de 1985 reinterpretava a base técnica do primeiro FIAT Panda, propondo uma apresentação diferenciada e um posicionamento muito mais sofisticado, também o novo Tributo Autobianchi procura acrescentar exclusividade ao Pandina através de cores, materiais e acabamentos próprios.
No exterior, o destaque é a pintura Platino, um desenvolvimento específico para a nova versão e disponível tanto numa configuração integral como combinada com teto e portão pretos. O último elemento recupera uma das imagens de marca mais reconhecíveis do Autobianchi Y10, que também se distinguia pelo portão preto.
O conjunto integra ainda caixas dos retrovisores exteriores e proteções inferiores em preto, inscrições laterais “Tributo Autobianchi” e jantes de liga leve (15’’) com acabamento diamantado e centros específicos.

Interior em tons claros
No habitáculo, o Pandina Tributo Autobianchi apresenta cor areia claro e materiais próprios. Os bancos em microfibra adotam o padrão “quadrettoni”, acompanhado por logótipos específicos nos apoios de cabeça dianteiros, enquanto os painéis das portas recebem aplicações “soft-touch” na mesma tonalidade.
A moldura principal do painel de bordo está pintada na cor Platino da carroçaria, o que contrasta com os detalhes em preto brilhante. E a instrumentação e o sistema multimédia têm grafismos de boas-vindas específicos “Tributo Autobianchi”.
Produzido em Pomigliano d’Arco, Itália, o Pandina mantém a motorização híbrida já utilizada pelas restantes versões da gama. O pacote integra uma mecânica de 3 cilindros e 1 litro a gasolina apoiado por um sistema “mild hybrid” de 12 V que tem um pequeno motor elétrico para apoio à unidade térmica durantes os arranques e as acelerações/recuperações e uma caixa manual de 6 velocidades. Este citadino com 65 cv e 92 Nm demora 14,3 s no 0-100 km/h, atinge 158 km/h e consome, em média, apenas 5 l/100 km, devido à ação da bateria de muito pequena capacidade (recarrega com a recuperação de energia, o que permite parar o funcionamento da unidade térmica durante etapas de desaceleração e condução a baixa velocidade em ambientes urbanos).
Y10 apresentado em 1985
Apresentado em 1985, o Autobianchi Y10 foi desenvolvido sobre uma plataforma baseada na mesma arquitetura da primeira geração do FIAT Panda, mas o modelo teve um posicionamento diferente, com desenho, materiais e acabamentos muito mais sofisticados.
O Y10 representou também uma das últimas etapas na história da Autobianchi – a marca criada em 1955 foi absorvida pela Lancia em 1995 – e “abriu caminho” ao Y, que continuou uma linhagem de pequenos automóveis italianos orientados para a imagem e o requinte. Durante a história, o fabricante teve outros modelos icónicos (Bianchina e A112, por exemplo) que combinavam dimensões muito compactas e facilidade de utilização.

Pandina lidera segmento A
Nos primeiros nove meses do ano, o Pandina foi o modelo do segmento A mais no mercado europeu, com cerca de 100.000 matrículas, mais 7% do que no período homólogo de 2025.
Itália, sem surpresa, é o mercado mais importante, com cerca de 86.000 unidades matriculadas durante o mesmo período, mais 5% do que no ano anterior. Somente em setembro, o FIAT Pandina Hybrid somou 10.401 registos, o equivalente a 7,5% de todos os carros matriculados no país nesse mês!
A edição Tributo Autobianchi acrescentar uma componente emocional e histórica a um modelo fundamental na gama europeia da FIAT.






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