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GPL quer mais destaque na luta pela descarbonização

A GASIB, companhia especializada em produtos e serviços de gás liquefeito, comercializados sob a marca Cepsa em Espanha e Portugal, defende que o GPL (Gás de Petróleo Liquefeito) e o BioAutogás podem ser combustíveis com papel crucial e acessível na luta para descarbonizar o automóvel.



O GPL e o BioAutogás podem vir a ter um papel imediato e estratégico na descarbonização do transporte rodoviário em Portugal, assegura a GASIB, empresa presente em Portugal desde 2003 e com mais de 30 anos de experiência no setor dos serviços e produtos relacionados com gás liquefeito.

 

Numa fase em que a luta contra as emissões poluentes resultantes dos transportes rodoviários é uma das prioridades de muitos governos europeus, a GASIB entende que o GPL e o BioAutogás podem ajudar a reduzir as emissões de gases nocivos para a atmosfera tanto nos veículos ligeiros, como nas frotas de transportes de mercadorias, não se devendo limitar a transição energética no setor a uma única tecnologia, neste caso, a eletrificação.

 

De acordo com a GASIB, uma das características distintivas destes combustíveis, além da redução das emissões nocivas, passa pela acessibilidade e pela facilidade de utilização, atributos fundamentais sobretudo no transporte de mercadorias, onde a eletrificação continua a enfrentar limitações operacionais e económicas.



De acordo com a GASIB, o GPL Auto permite reduzir até 20% das emissões de CO2, em comparação com os combustíveis líquidos tradicionais, enquanto o BioAutogás eleva esse número para até 92%. Paralelamente, reduz em até 99% as emissões de outras partículas poluentes e até 96% de emissões de NOx face ao Diesel e 68% face à gasolina. A companhia salienta ainda outra vantagem através da redução do ruído urbano, indicando que pode baixar em até 50% o ruído dos motores em comparação com o Diesel, além de beneficiar de classificações ambientais favoráveis que permitem a circulação sem restrições em diferentes contextos urbanos.

 

“Não existe uma solução única para a descarbonização da mobilidade. O mercado necessita de várias soluções complementares e o GPL pode desempenhar um papel muito relevante, especialmente no transporte profissional e nas frotas”, afirma Filipe Henriques, Diretor Executivo da GASIB, que reforça ainda o impacto positivo nas carteiras dos utilizadores, sejam particulares ou empresariais, com poupança direta até 50% por litro face à gasolina e ao gasóleo.



Facilidade é argumento 

A GASIB considera ainda que o GPL pode acelerar a renovação sustentável do parque automóvel sem obrigar consumidores e empresas a substituir integralmente os seus veículos atuais, já que, como explica Filipe Henriques, “nem sempre é necessário substituir toda a frota para reduzir emissões. Hoje já existem soluções de ‘retrofitting’ para veículos ligeiros e remotorização para veículos industriais com motores 100% GPL, que permitem às empresas acelerar a transição energética a um custo muito inferior”.

 

Por outro lado, a GASIB sublinha que a oferta de soluções acessíveis e tecnologicamente viáveis para acelerar a descarbonização do transporte rodoviário de forma fácil – sobretudo pela conversão para GPL – pode ajudar os condutores particulares e de empresas a melhorar a etiqueta ambiental de veículos mais antigos e mais poluentes num mercado em que a idade do parque automóvel é cada vez mais envelhecida.

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