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Rali de Portugal já está na estrada!

Atualizado: 8 de mai.

Na estrada, até domingo, 59.ª edição do Rali de Portugal, ronda seis do Mundial de 2026. Entre os inscritos (70) de competição que pontua para o WRC, WRC2, WRC3 e JWRC, e Campeonato de Portugal (CPR) – neste caso, ponto final após a jornada de sexta-feira –, 11 Rally1 e 34 Rally2. E, no programa, 1516,55 km, com os 345,14 km organizados em 23 Provas Especiais de Classificação (PEC).



Sébastien Ogier, o recordista da prova, persegue a oitava vitória, terceira consecutiva, num Toyota GR Yaris Rally1, carro que ganhou os primeiros cinco ralis da época, com o francês de 42 anos (Ilhas Canárias, Espanha), segundo piloto mais bem-sucedido na história do WRC (supera-o só Sébastien Loeb), o galês Elfyn Evans (Suécia), o sueco Oliver Solberg (Monte Carlo) e o japonês Takamoto Katsuta (Quénia e Croácia).

 

Nas contas do campeonato, primeira posição para Elfyn Evans, piloto que arranca à frente no segundo rali de terra da temporada, com 101 pontos, apenas mais dois que Takamoto Katsuta. Ogier, que não participa em todas as rondas do WRC, facto que não o deixa fora da corrida ao título, como aconteceu no ano passado, está na sexta posição, com 58 pontos (em 2026, terceiro no Monte Carlo, 11.º no Quénia e vencedor nas Ilhas Canárias).



Neuville (Hyundai) mais rápido no Shakedow 

Esta quarta-feira, no “aquecimento” para o Rali de Portugal, “shakedown com 5,72 km em Baltar. No primeiro banho de multidão, Thierry Neuville, num Hyundai i20 N Rally1, na primeira posição, com 3.51,2 m (conseguiu-o na terceira passagem pelo percurso). Na segunda, a 0,3 s, o finlandês Sami Pajari, em Toyota GR Yaris Rally1.

 

Neuville, vencedor da edição de 2018 da ronda portuguesa do WRC, antecipou rali complicado, devido à previsão de condições meteorológicas difíceis, o que abre a porta à possibilidade de níveis de aderência variáveis. E, em Portugal, como quase sempre, “especiais” exigentes. “Dizem-nos para contarmos com todos os tipos de pisos nos próximos dias: secos, húmidos, molhados e muito molhados. Neste rali, nas zonas com mais lama, as superfícies tornam-se bastante escorregadias e não é fácil manter o carro na estrada”, disse o campeão mundial em 2024, e sétimo no campeonato de 2026.



Três dias e meio de muita ação 

Comparativamente a 2025, esta edição do Rali de Portugal tem as novidades mais importantes concentradas nos primeiros dois dias. Na quinta-feira, na Figueira da Foz, a superespecial citadina com 1,93 km apresenta traçado novo. Na sexta-feira, em Arganil e Góis, percursos cumpridos em sentido contrário ao habitual, e a PEC da Lousã (7,07 km) é inédita.

 

Os números apresentam-nos a dimensão do Rali de Portugal. Na edição de 2025, 193 milhões de euros de impacto económico e, de acordo com o Automóvel Club de Portugal (ACP), a entidade organizadora, cerca de um milhão de espectadores, muitos estrangeiros. No nosso País, desportivamente, não há nada maior!…



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