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Kimi Antonelli ganha no Japão

Kimi Antonelli ganhou a 40.ª edição do Grande Prémio do Japão, a 36.ª em Suzuka, ronda três do campeonato de 2026. É a segunda vitória consecutiva do italiano na Fórmula 1, que derrubou recorde de Lewis Hamilton e, com 19 anos, sete meses e quatro dias, passou a figurar no livro dos recordes da categoria como o piloto mais jovem no topo da classificação do Mundial de Fórmula 1 – o britânico conseguiu-o aos 22 anos, quatro meses e seis dias (Espanha-2007). Uma proeza festejada com o mesmo movimento de braços celebrizado pelo maior velocista de sempre, Usain Bolt (no currículo do jamaicano, oito ouros olímpicos, 11 títulos mundiais e, ainda, os recordes do mundo dos 100 m e dos 200 m!).


Fotos Mercedes-AMG, Ferrari, Red Bull Content Pool
Fotos Mercedes-AMG, Ferrari, Red Bull Content Pool

Antonelli, no Japão, conseguiu o sexto pódio na Fórmula 1 – o terceiro consecutivo e em 2026 (foi segundo classificado no arranque da temporada, em Melbourne, na Austrália) – e o segundo “hat trick” na disciplina, também consecutivo, somando a volta mais rápida à vitória na corrida e à “pole position”. O sucesso do italiano não merece contestação, mas o jovem piloto natural de Bolonha teve dia muito feliz, já que aproveitou a paragem “gratuita” nas boxes para a mudança de pneus, na volta 22, depois de despiste do Oliver Bearman, da Haas-Ferrari, que obrigou à atuação do Safety Car, para consolidar a primeira posição.



Safety Car beneficia piloto italiano 

Kimi, baixando de primeiro para sexto mal após o arranque, iniciou muito mal uma corrida que teve Oscar Piastri, da McLaren-Mercedes, como primeiro protagonista (e comandante!), mas manteve-se sempre muito próximo dos adversários diretos, parando mais tarde, no momento do acidente de Bearman, encontrava-se à frente do grande prémio. “Sinto-me muito bem. É cedo para pensar no campeonato, mas estamos no bom caminho! Tenho de ver o que aconteceu na partida, que foi muito má, mas o Safety Car facilitou-me a vida”, admitiu Antonelli. O italiano disse ainda que pretendia ter comemorado como Bolt na China, mas acabou por esquecer-se. “Estava tão emocionando que nem me lembrei do que fazê-lo”, confessou.



O Mundial de Fórmula 1, devido à suspensão das corridas tanto no Bahrain, como na Arábia Saudita, devido ao conflito militar no Médio Oriente, pára até ao início de março (Miami, EUA), período que Kimi Antonelli pretende aproveitar para… treinar. “Tenho de melhorar muito as partidas. Hoje, sem o Safety Car, não sei qual seria o meu resultado, mas podemos ganhar ou perder corridas nos arranques”, admitiu o italiano. No Japão, em 40 grandes prémios, 22 vitórias desde a primeira posição na grelha de partida – nove nas última 13 edições!



Verstappen, diz-se, pondera abandono! 

Em Suzuka, o terceiro grande prémio consecutivo de Max Verstappen fora do “top-5” – oitavo no Japão, abandono na China e sexto na Austrália. O piloto neerlandês de 28 anos, sabe-se, “convive” mal com os insucessos desportivos e está entre os pilotos que mais contestam com a geração nova de monolugares, que comparou a “Fórmula E com esteróides”.

 

“Contei as voltas até ao fim da corrida! 15, 10, 5… acabou”, exclamou. Verstappen comparou o grande prémio a uma tortura. Max, garante-o Erik van Haren, jornalista do “De Telegraaf” muito próximo do neerlandês, diz que o piloto admite abandonar a Fórmula 1 no final do campeonato, mesmo dispondo de contrato com a Red Bull até 2028.



No entanto, confrontado com a situação, o diretor da escuderia austríaca, Laurent Mekies, manifestou-se pouco preocupado. “Estamos concentrados em melhorar a nossa competitividade, não conversamos sobre outros temas. E temos muito para trabalhar. O Max será bem mais feliz quando contar com um carro rápido e que lhe permite fazer a diferença”, disse o francês.



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