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Suzuki Across “igual” ao RAV4

A Suzuki, o terceiro maior fabricante japonês em 2025, atrás de Toyota e Honda, e à frente da Nissan, adotando a mesma fórmula por detrás na primeira geração do Sport Utility Vehicle (SUV) que posiciona no topo da gama, dispõe de Across novo, automóvel que também é baseado na sexta geração do RAV4 – desde a introdução do original, em 1994, mais de 15 milhões de exemplares vendidos, incluindo mais de 2,5 milhões no mercado europeu!



Este Across sucede ao homónimo introduzido na Europa em 2020, então com uma motorização híbrida Plug-In que debitava 306 cv e permitia até 75 km de condução em modo elétrico. Tratando-se de derivado do RAV, beneficia da modernização da imagem do SUV da Toyota, apresentando, todavia, elementos diferenciadores que garantem uma identidade distintiva do RAV4 – jantes, grelha ou para-choques, por exemplo. Esta abordagem estende-se ao habitáculo, ainda que forma não tão bem conseguida, uma vez que as parecenças entre os dois automóveis são óbvias.

 

No capítulo da digitalização, espera-se que o Across, na segunda geração, adote a plataforma nova de “software” da Toyota (Arene), a base da integração de funções de segurança e entretenimento mais modernas, como o sistema multimédia novo. Ainda em termos de tecnologia, neste Suzuki, instrumentação digital num monitor com 12,3” e ecrã central tátil com 12,9”.



Na gama, apenas motorizações híbridas, mas a informação aguarda confirmação. Considerando o que existe no RAV4, o Across poderá contar com uma unidade do tipo HEV (isto é, sem carregamento externo) e uma híbrida Plug-In (PHEV) capaz de percorrer até cerca de 100 km em modo totalmente elétrico, por dispor de bateria com 22,7 kWh de capacidade e que suporta carregamentos com potências até 50 kW (corrente contínua).

 

Desconhecem-se, igualmente, informações sobre lançamento e preços, mas tudo aponta para que os progressos significativos em termos de eficiência e tecnologia, a exemplo do que acontece no RAV4, representem o reposicionamento do Across, antecipando-se, assim, automóvel novo mais caro, ligeiramente, do que o “saiu de cena” – entretanto, “abandonou” até o “site” oficial da Suzuki. Aguardemos!...

Terceiro maior fabricante japonês 

A Suzuki, em 2025, recuperou o lugar no pódio dos maiores fabricantes japoneses de automóveis, globalmente, facto que não acontecia há mais de uma década. E o resultado deveu-se tanto ao crescimento nas vendas da marca (aumento de 1,4%, comparativamente a 2024), que atingiram um total de 3,3 milhões de carros, como ao decréscimo nas matrículas da Nissan (redução de 4,4%, igualmente no frente a frente como o ano precedente), para 3,2 milhões.

 

A Suzuki, no Japão, devido à popularidade na categoria dos “kei cars” (citadinos), é mesmo o segundo fabricante doméstico mais bem-sucedido, atrás da Toyota, mas à frente de Honda e Nissan. Esta terceira posição entre os construtores japoneses deve-se ao sucesso da marca na Índia, onde detém uma quota na ordem dos 40%.

A Mahindra & Mahindra, a segunda marca mais vendida no terceiro maior mercado mundial, comercializou só 590.000 carros, “contra” os 1,75 milhões vendidos pela Maruti Suzuki, subsidiária da marca nipónica criada em 1981 – esta “joint-venture” foi formada, originalmente, com o governo indiano, mas é controlada a 100% pelo fabricante japonês desde 2007.

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