Alfa Romeo Giulia e Stelvio até 2027
- João Isaac

- há 14 horas
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A notícia antecipava-se, considerando os avanços (poucos) e recuos (muitos) nos planos da Stellantis para o futuro da Alfa Romeo. A marca italiana confirmou que o Giulia (2015) e o Stelvio (2017), dois automóveis baseados na plataforma Giorgio e produzidos na fábrica de Cassino, Itália, não serão descontinuados e substituídos antes do final de 2017. E esta extensão dos ciclos de vida estende-se, obviamente, às versões desportivas Quadrifoglio, que partilham a mecânica V6 2.9 biturbo (520 cv).

Estas versões Quadrifoglio são as expressões máximas da orientação dinâmica de marca adepta dos desportivos com “performances” excecionais, precisamente os casos do Giulia e do Stelvio. Existem, todavia, diferenças entre os dois: o primeiro, por exemplo, tem tração apenas às rodas traseiras, enquanto o segundo dispõe de tração integral Q4. Ambos contam com diferenciais autoblocantes mecânico, com sistemas de vectorização de binário.
Originalmente, e já na “órbita” da Stellantis, a Alfa Romeo disse-se comprometida com a eletrificação rápida do automóvel, decisão que pressupunha o lançamento de carros novos sem motores de combustão interna a partir de 2025. A ambição, à época (2021-2023), era contar com uma gama 100% elétrica em 2027. Porém, em 2024-2025, marcha atrás no programa e adoção da estratégia multienergia, com a combinação de mecânicas a gasolina, híbridas, híbridas Plug-In e elétricas.
Os sucessores de Giulia e Stelvio, segundo informações recentes, serão baseados na STLA Large da Stellantis, que permite a combinação de tecnologias pretendida pela Alfa Romeo. Santo Ficili, administrador-delegado da marca transalpina, disse à publicação inglesa Auto Express: “Reinventámos quase tudo, da plataforma aos sistemas associados tanto à arquitetura elétrica, como à conectividade. É a razão por detrás do prolongamento das carreiras comerciais de Giulia e do Stelvio. Logo, antes de 2027/2028, não conheceremos os sucessores dos dois automóveis.








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