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Lexus TZ: SUV elétrico em 2027

A Lexus tem automóvel novo. O TZ esperado em Portugal só no próximo ano mede 5,100 m de comprimento e 3,050 m de comprimento, tem interior com três filas de bancos e seis lugares, apresentasse-nos como adversário direto de Kia EV9, Volvo EX90 e Mercedes-Benz EQS SUV, e produz-se apenas com motorizações elétricas.



Na gama da marca “premium” do Grupo Toyota, este TZ posiciona-se acima do RX com 4,890 m de comprimento e 2,850 m entre eixos, que tem versões a gasolina e híbridas, incluindo com carregamento externo da bateria (Plug-In ou PHEV). Para o Sport Utility Vehicle (SUV) novo, a Lexus recorreu ao sistema elétrico que também propõe no RZ (e na oitava geração do ES!), mas beneficiando-o com motores mais potentes e bateria maior (95,8 kWh de capacidade).

 

No TZ, motores com 227 cv/167 kW e 268 Nm nos dois eixos, o que significa que o SUV também desfruta das competências do sistema de tração integral DIRECT4. A potência máxima comunicada é de 408 cv e, para a aceleração de 0 a 100 km/h, a Lexus promete 5,4 s. E a autonomia WLTP anunciada é de até 540 km.



Baseado na plataforma GA-K (e-TNGA nos carros da Toyota com o mesmo tipo de tecnologia), o TZ tem arquitetura elétrica de 400 V. Nos carregamentos, potências de até 150 kW com corrente contínua e 22 kW com corrente alternada. Segundo a marca, que fabrica o automóvel em Miyawaka, na região de Fukuoka, Japão, com a primeira, a energia armazenada na bateria aumenta de 10% para 80% em 0h35.

 

O TZ, no habitáculo, inspirando-se no conceito de Driving Lounge, anuncia espaço que combina conforto, silêncio e tecnologia. Este SUV tem três filas de bancos e a configuração de 2+2+2 lugares. Os centrais admitem a regulação longitudinal dos assentos e da inclinação dos encostos. E os mais recuados permitem a utilização por adultos – e sem “apertos” em comprimento e altura. Na primeira e na segunda filas, aquecimento e ventilação, e apoios para os pés. Na terceira, aquecimento. A mala tem 290 litros com toos os bancos montados – ou 2017, rebatendo os quatro traseiros.



O painel de bordo do TZ apresenta-se digitalizado, com monitores de 12,3’’ e 14’’ – respetivamente, para a instrumentação e o sistema multimédia (o segundo dispõe do “software” Arene da Lexus). No SUV, a marca estreia o Invisible Tech, que não é mais do que uma solução que mantém muitos comandos ocultos, iluminando-os apenas quando o condutor, por pretender utilizá-los, aproxima a mão – acontece o mesmo no volante.

 

Entre os equipamentos do TZ, tejadilho panorâmico, iluminação ambiente, portas com fecho assistido, som Mark Levinson com 21 altifalantes e função que otimiza o funcionamento deste equipamento nos lugares posteriores, e chave digital para controlo total remoto do automóvel. E, tecnicamente, o SUV também pode contar com tecnologia de quatro rodas direcionais. Anuncia-se, ainda, o modo condução Comfort que atua tanto neste sistema como na tração para reduzir os movimentos da carroçaria e, assim, melhorar o conforto e a dinâmica.



Finalmente, o programa Interative Manual Drive simula a atuação de caixa manual de 8 velocidades, a travagem regenerativa tem cinco níveis de intensidade (e 0,2 G de retenção máxima) e o pacote Lexus Safety System+ ganha função Eco Run que permite ao condutor selecionar o carro precedente que pretende seguir, de forma a aproveitar a redução da resistência aerodinâmica, o que beneficia a eficiência e, consequentemente, a autonomia.

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