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VW ID. Polo GTI (226 cv) no outono

A Volkswagen, 50 anos depois da introdução do GTI, “etiqueta” desportiva que a marca alemã estreou no Golf, apresentou o primeiro membro da “espécie” com motorização elétrica. Em 1976, o compacto, tinha mecânica de 4 cilindros e 1,6 litros com 110 cv e 140 Nm, números muito modestos para os padrões atuais. O automóvel novo conta com 226 cv e 290 Nm, como o “gémeo” Raval VZ Extreme da Cupra.


O Golf GTI pesava 810 kg a 840 kg, dependendo tanto da especificação como do mercado – tratava-se, portanto, de carro bastante leve –, enquanto o ID. Polo GTI equipado com bateria de 52 kWh de capacidade, o que permite prometer até 424 de autonomia, tem 1540 kg. O segundo também é maior do que o primeiro: 4,096 m de comprimento “contra” 3,705 m e 2,599 m entre eixos “contra” 2,400 m. 

Nas “performances”, GTI novo mais rápido, principalmente no arranque de 0 a 100 km/h: a Volkswagen anuncia 6,8 segundos para o Polo e reivindicava 9,0 segundos para o Golf. O automóvel mais antigo superioriza-se só na velocidade máxima (182 km/h), que o carro de 2026 apresenta limitada, eletronicamente, a 175 km/h, para “proteção” da autonomia.


O ID. Polo GTI com estreia no mercado nacional programa para o início do outono e apresentado na 54.ª edição das 24 Horas de Nürburgring, Alemanha, corrida de resistência que atraiu número recorde de adeptos (mais de 350.000 fãs pagantes) e contou com a participação de mais de centena e meia de carros e diversos “ases do volante” – entre os “rookies”, o neerlandês tetracampeão mundial de Fórmula 1 Max Verstappen! –, também é maior do que o Golf GTI de há 50 anos, com 4,096 m “contra” 3,705 m de comprimento (e 2,599 m “contra” 2,400 m entre eixos).

A Volkswagen, no ID. Polo GTI, combina eletrificação com facilidade de condução e utilização no quotidiano e “performances”, características que mantêm (quase!) intacto o ADN que associamos a designação tão icónica há 50 anos (é o acrónimo de Grand Turismo Injection, uma vez que o motor do Golf que estreou a sigla tinha sistema de injeção de combustível, tecnologia que sucedeu aos carburadores nas décadas de 1970 e 1980).



Este GTI também mantém a tração dianteira e dispõe de diferencial eletrónico que simula a ação de autoblocante mecânico. A função é gerir a entrega da energia às rodas, enviando mais binário para a que tem mais aderência, para assegurar maior capacidade de tração tanto em aceleração, como em curva, o que aumenta quer a eficácia, quer a precisão e a segurança na condução de carro com temperamento desportivo.

O GTI, como os demais membros da gama ID. Polo, baseia-se na plataforma MEB+ e está equipado com o motor elétrico mais recente da Volkswagen. o APP290, que é alimentado por bateria com 52 kWh de capacidade útil. De acordo com a marca, o “gémeo” do Cupra Raval VZ, e concorrente do Alpine A290 GTS (218 cv), percorre até 424 km entre recargas, segundo a norma europeia WLTP, e conta com sistema que admite carregamentos rápidos (corrente contínua) com potências até 105 kW (assim, em 0h24, a percentagem de energia armazenada no acumulador aumenta de 10% para 80%).



A versão mais desportiva do ID. Polo tem modo de condução exclusivo (chama-se GTI, obviamente!...), que é ativado no volante e muda, instantaneamente, diversos parâmetros do carro, da entrega de potência, à assistência da direção ou à firmeza da suspensão adaptativa DCC, preparando-o para uma condução mais desportiva (ou mais relaxada). No painel de bordo, monitores digitais para a instrumentação e o programa multimédia, com a particularidade de apresentarem cores e grafismos exclusivos – o primeiro (Digital Cockpit) tem 10,25’’ e o segundo 12,9’’. E há, ainda, modo de apresentação inspirado nos instrumentos do Golf GTI de há 50 anos. E ao equipamento de série somam-se, ainda, os faróis IQ.LIGHT LED e as jantes de 19’’.


Na Alemanha, ID. Polo GTI por menos de… 39.000 €.

A Volkswagen, no ID. Polo GTI, apresenta reinterpretação de diversos itens que são imagens de marca tradicionais nos carros com a designação desportiva, fazendo-o de acordo com linguagem de “design” nova (Pure Positive), como faixa vermelha na dianteira (está na barra de luz que também integra o logotipo iluminado), grelha inferior com o padrão em favo de mel e mão cheia de apontamentos em vermelho. Na silhueta do subcompacto elétrico, o que mais sobressai é o desenho do pilar C reminiscente do Golf de 1976. Finalmente, na traseira, entre os itens em destaque, o “spoiler”, o difusor preto e, ainda, os farolins LED.

Por fim, num interior que combina desenho desportivo e muita tecnologia, bancos com revestimentos num padrão inspirado nos que encontrávamos no primeiro GTI e, inspirados no mesmo automóvel, volante com marcação às 12h00 e pespontos contrastantes. As cores predominantes são o preto e o vermelho. A capacidade da mala, com a mudança do motor térmico para o elétrico, aumenta para 441 litros – ou 1240, rebatendo os encostos dos bancos traseiros.


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