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China exporta número recorde de carros

A crise energética provocada pela guerra na região do Golfo Pérsico, com os EUA e Israel a atacarem o Irão, que contra-atacou com agressões aos países vizinhos e a paralisação da circulação marítima o Estreito de Ormuz, que é fundamental para a distribuição global de gás e petróleo, também teve impactos no automóvel, com o aumento da procura de carros elétricos, crescimento que beneficiou, sobretudo, a China, que anunciou recorde de exportações de viaturas com a tecnologia durante março.



De acordo com números da Associação Chinesa de Automóveis de Passageiros, o aumento, comparativamente ao mesmo mês de, foi de 140%, para 349.000 carros. A BYD, maior fabricante mundial de automóveis Novas Energias (classificação que também inclui as motorizações híbridas Plug-In…), representou cerca de um terço das exportações, com Geely e Chery a completarem o “top-3” mensal, segundo a mesma fonte.

 

Os aumentos nos preços dos combustíveis devido à guerra no Irão recuperaram o interesse dos consumidores por automóveis elétricos, híbridos e híbridos Plug-In. No Reino Unido, por exemplo, em março, registou-se recorde de vendas de carros sem mecânicas de combustão interna! O movimento não surpreende. Na década de 1970, durante a crise petrolífera, os fabricantes do Japão, aproveitaram o facto de já produzirem viaturas com baixo consumo de combustível para conquistarem EUA e Europa. Agora, os chineses dispõem de oportunidade semelhante, que não querem perder, uma vez que o aumento das exportações contrasta com o período de recessão com que estão confrontados no mercado doméstico.

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