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Mónaco 1: Ticktum (e Cupra KIRO) na “pole”

Dan Ticktum, da Cupra KIRO, assegurou a “pole” para a ronda nove da Época 12 do Mundial de Fórmula E, ganhando três pontos de bónus que o posicionam no “top-10” do campeonato de pilotos. O britânico de 26 anos, primeiro no Grande Prémio de Macau em 2017 e 2018, resultados que confirmam capacidade muito acima da média em pistas citadinos, conseguiu-o com 1.26,551 m nos 3,337 km do Circuito do Mónaco, na final da qualificação, em que derrotou o neerlandês Nyck de Vries, da Mahindra, por 0,131 s.


Fotos: FIA Formula E / LAT Images
Fotos: FIA Formula E / LAT Images

Para Ticktum, que tripula um 9XX Electric, uma vez que a Cupra KIRO é “cliente” da Porsche, trata-se apenas da segunda “pole position” na Fórmula E – primeira o ano passado, na corrida que encerrou a temporada, no ExCel de Londres, circuito que também características citadinas (como trazia penalização da corrida precedente, teve de recuar cinco posições na grelha de partida e arrancou da sexta posição…). O britânico, na qualificação desta manhã, qualificou-se em quarto no Grupo A, na primeira parte do programa de qualificação. Depois, na fase de duelos, derrotou o alemão Pascal Wehrlein, da Porsche, nos quartos de final, e venceu outro alemão, Maximilian Günter, da DS Penske, nas meias-finais.



“Não tinha um momento tão bom talvez desde as vitórias em Macau”, reconheceu o britânico, que manifestou determinação em lutar pela vitória na corrida que tem arranque marcado para as 14h05 em Portugal Continente. Na agenda, 29 voltas ao circuito citadino mais famoso do desporto automóvel, com paragens obrigatórias nas boxes para carregamento (rápido) de 3,85 kWh das baterias dos monolugares elétricos, que arrancam apenas 38,5 kWh, o que equivale, e num cálculo (muito…) simples, por não considerar diversos itens com impacto no resultado da equação, nomeadamente o défice de eficiência dos motores de combustão, na comparação direta com os elétricos, a 4,3 litros de gasolina, o que é insuficiente para cumprir a totalidade do ePrix, se os pilotos não recuperarem muita energia durante o ePrix.

 

No Mónaco, os Cupra KIRO apresentam-se com decoração especial que promove filme novo (Mestres do Universo), que tem estreia nas salas de cinema confirmada para junho e acionista de referência da equipa entre os protagonistas (o ator inglês Idris Elba).



Félix da Costa “apenas” oitavo” 

Este ePrix do Mónaco, uma corrida que acontece pela nova vez na histórica cada vez mais rica da Fórmula E (estreia em 2015) não é ganho por piloto que arranque da primeira posição da grelha de partida desde 2021. Então, conseguiu-o António Félix da Costa, num monolugar da DS Techeetah. Esta manhã, o piloto português de 34 anos, depois de somar apenas um ponto nas duas corridas do Mundial em Berlim, Alemanha, e abandonar as 6 Horas de Spa-Fracorchamps, do Mundial de Resistência, devido a erro que originou um acidente já na ponta final da prova da ronda dois da temporada do WEC, qualificou-se em oitavo.

 

Félix da Costa foi terceiro no Grupo B, mas Nyck de Vries eliminou nos “quartos”, aproveitando outro momento de pouca sorte do português, que quase perdeu o controlo do I-Type 7 da Jaguar TCS Racing na curva três do circuito monegasco. O piloto evitou o contacto com o muro exterior do circuito, mas perdeu muito tempo e o neerlandês venceu-o por 1,023 s.



António Félix da Costa tem duas vitórias (e dois pódios) na Época 12 e é oitavo na classificação do campeonato, com 65 pontos, menos 36 do que Pascal Wehrlein, o comandante. Curiosamente, nesta qualificação, o alemão também foi eliminado nos “quartos” (venceu-o Dan Ticktum) e, por isso, encontra-se em quinto na grelha de partida.



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