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Cupra Raval desde 26.990 €

É o oitavo automóvel nos oito anos de história da Cupra, o terceiro apenas com motores elétricos e o primeiro da “Electric Urban Car Family” do Grupo Volkswagen (seguir-se-ão mais três: Skoda Epiq VW ID. Cross, ID. Polo). Chama-se Raval, baseia-se na plataforma MEB+ com tração dianteira, mede 4,046 m de comprimento e 2,600 m entre eixos, e tem 5 portas e imagem audaz que confirma a "obsessão" da marca na “órbita” da SEAT em testar os limites do “design” (sem comprometer a competência aerodinâmica tão importante nos carros com esta tecnologia de substituição dos motores de combustão, já que eficiência significa menos consumo de energia e mais autonomia).



Disponível para encomenda de imediato, com preços a partir de 26.990 €, o Raval é, porventura, o Cupra mais ambicioso de sempre, por competir em categoria (segmento B) determinante para o sucesso da democratização da eletrificação do automóvel, a razão por detrás da diversidade de gama que tem versões com 85 kW (115 cv), 99 kW (135 cv), 155 kW (210 cv) ou 166 kW (226 cv), duas baterias de iões de lítio (37 kWh e 52 kWh de capacidade, a primeira LFP, a segunda NMC) e, ainda, autonomias de até 318 km a 445 km.


Três edições de lançamento (e preços...) 

A Cupra, para o lançamento do Raval, nome inspirado em bairro de Barcelona (El Raval) com atmosfera especial, por combinar criatividade, irreverência e juventude, desenvolveu três edições especiais: Dynamic (34.563 €), Dynamic Plus (40.173 €) e VZ Extreme (40.573 €): nas primeiras duas, 155 kW (210 cv) e baterias com 52 kWh de capacidade que permitem até 445 km de condução; a terceira, topo de gama, tem o mesmo acumulador de energia, mas apresenta-se com motor mais potente (226 cv), o que melhora as “performances” (velocidade máxima limitada a 175 km/h, aceleração 0-100 km/h em 6,8 s!) e penaliza a autonomia ("apenas" até 387 km).



Posteriormente, mas ainda este ano, introdução das quatro versões "normais", Raval (85 kW/115 cv), Plus (99 kW/135 cv), Endurance (155 kW/210 cv) e VZ (166 kW/226 cv). Nas primeiras duas, baterias com química LFP (fosfato de ferro-lítio) e 37 kWh de capacidade. Na terceira e na quarta, baterias NMC (níquel-manganês-cobalto) com 52 kWh de capacidade. A Cupra, para o carro na base da gama, anuncia quer o carregamento rápido com potências até 50 kW, quer a autonomia de até 318 km. O modelo proposto a partir de 26.990 €, encontra-se disponível para encomenda, embora tenha início de entregas previsto só para outubro.

 

Para o Plus com 99 kW/135 cv, a autonomia reivindicada pela Cupra é de até 323 km. A marca anuncia 11 kW para a potência máxima de carregamento com corrente alternada, como sucede em todos os Raval, mas a rápida, com corrente contínua, aumenta para 88 kW, o que permite recuperar o nível de energia armazenada na bateria de 10% para 80% em 0h23. No Endurance e no VZ, carregamentos mais potentes (até 105 kW) e aumentos de 10% para 80% da capacidade máxima de armazenamento do acumulador em 0h24. O primeiro percorre até 446 km entre recargas, enquanto o segundo permite até 387 km.



Funções “importadas” da Fórmula E 

A Cupra, com este Raval projetado, desenvolvido e produzido em Martorell, Espanha, propõe-se criar categoria no segmento B, com um carro elétrico capaz de “piscar o olho” aos fãs de desportivos, o que pressupõe agilidade e precisão. Para estimular a experiência, nas duas versões mais potentes, a marca do universo SEAT, aproveitando o conhecimento e experiência adquiridos com a participação no Mundial de Fórmula E (é parceria da equipa Kiro, com os pilotos Dan Ticktum e Pepe Martí), dispõe-se até de programa exclusivo de sonoridade interior, que está ativo só nos modos de condução Performance e Cupra – a seleção faz-se em comando no volante, que também tem patilhas para a regulação da intensidade da recuperação de energia durante as desacelerações e travagens (o sistema integra One Pedal que imobiliza o carro autonomamente, função muito útil em ambientes urbanos). No topo de gama, o E-Launch torna os arranques ainda mais “eletrizantes”!



Complementarmente, na versão de topo, chassis rebaixado (15 mm), rodas de 19’’ (pneus 235/40) e bancos dianteiros com desenhos desportivos (Cup-Bucket). Somam-se recursos técnicos pouco comuns nos subcompactos, como o autoblocante eletrónico (eVAQ) ou a suspensão adaptativa DCC Sport (15 níveis de firmeza do amortecimento e molas mais firmes, o que aumenta e diminui a capacidade de filtragem dos pisos e, por isso, o conforto a bordo/suavidade de rolamento).



O Cupra Raval também tem potencial de personalização acima da média, propondo-se quatro apresentações para um interior com cinco lugares em que o condutor é privilegiado: Pulse, Immersive, Feel e Ahead (diferenciam-nos os revestimentos, os desenhos dos bancos dianteiros, diversos elementos decorativos e, ainda, o equipamento). A mala tem 441 litros, com os encostos dos bancos traseiros posicionados na vertical. Entre os opcionais, sistema de iluminação que permite escolher entre sete ambientes a bordo e reage aos modos de condução. No painel de bordo, dois monitores, o Digital Cockpit da instrumentação, de 10,25’’, e o do programa multimédia (sistema operativo Android e acesso às aplicações Google), de 12,9’’. E este carro elétrico tem, ainda, logotipos e puxadores (embutidos nas portas) iluminados.

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