Fórmula E: Mortara na “pole”, Félix da Costa sexto
- José Caetano

- há 1 dia
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O suíço Edoardo Mortara, no M12Electro da Mahindra, assegurou a “pole position” para o primeiro ePrix da jornada dupla do Mundial de Fórmula E em Jeddah, Arábia Saudita, com 3,001 km e 19 curvas em 1.15,336 m. O piloto de 39 anos, na final da qualificação, derrotou o alemão Maximilian Günther, da DS Penske, por 0,011 s. O português António Félix da Costa, da Jaguar, conquistou a sexta posição na grelha de partida para esta corrida noturna com 31 voltas marcada para as 20h05 locais, 17h05 em Portugal Continental, a primeira da temporada que conta com paragens nas boxes para carregamentos das baterias dos monolugares elétricos (Pit Boost).

Para Edoardo Mortara, que somou três de pontos de bónus e ascendeu a sexto no Mundial 2025/26, com 29 pontos, menos 11 do que o comandante, o neozelandês Nick Cassidy, da Citroën Racing, só 13.º na sessão – foi eliminado na primeira fase da sessão de qualificação, com a sétima posição no Grupo A –, trata-se da quarta “pole position” na Fórmula E, mas somente a primeira desde a ronda 10 da Época 10, em Berlim, Alemanha, a 11 de maio de 2024. Na caminhada para final, ganhou o Grupo A e eliminou Nico Müller (Porsche) nos “quartos” e Norman Nato (Nissan) nas “meias”.

Félix da Costa, no I-Type 7 da Jaguar TCS Racing, foi o segundo piloto mais rápido no Grupo B, numa fase da qualificação em que os monolugares elétricos apenas dispõem de 300 kW e tração traseira, a 0,014 s do primeiro classificado, o alemão Pascal Wehrlein (Porsche), mas Günther venceu-o no terceiro duelo da sessão, já com 350 kW e quatro rodas motrizes. Na temporada de estreia com a Jaguar TCS Racing, o português foi 11.º no Brasil, abandonou na Cidade México e terminou na oitava posição em Miami, resultado que representou a soma dos primeiros pontos em 2025/26.

No ePrix desta tarde, e pela primeira vez em 2025/26, obrigatoriedade de paragem nas boxes para recarregamento das baterias dos monolugares elétricos, operação que representa mais complexidade na preparação (e na execução…) da estratégia de corrida. O Pit Boost tem uma duração estimada de 34 segundos, com 30 para a alimentação, a 600 kW, de 3,85 kWh (cerca de 10% da energia utilizada durante as 31 voltas no programa).














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