Volvo equaciona carrinha elétrica
- João Isaac

- há 1 dia
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A Volvo poderá estar a pensar no regresso à produção de formato em que foi muito bem-sucedida, sobretudo no mercado europeu. Segundo fontes internas, a marca equaciona propor dois novos automóveis com motorizações 100% elétricas: uma berlina e uma carrinha (“station Wagon”). Os Sport Utility Vehicles (SUV) são cada vez mais dominantes e o fabricante escandinavo propriedade do consórcio chinês (Geely) ambiciona diversificar a gama.

De acordo com as mesmas fontes, a Volvo pretende reagir rapidamente aos sinais de alguma saturação do formato da moda, que são “apoiados” por crescimento na procura de alternativas com arquiteturas mais tradicionais. A marca sueca ganhou reputação com berlinas e carrinhas e, por isso, estudo a possibilidade de produzir uma nova geração de automóveis com motorizações elétricas, baseada na SPA3 e com arquitetura de 800 V, tal como acontece no EX60. E esta solução tem diversas vantagens competitivas, sobretudo no que respeita a eficiência energética, tempo de carregamento e autonomia.
Confirmando-se esta possibilidade, os novos automóveis devem partilhar diversos componentes com o EX60, nomeadamente baterias e motores. No SUV com cerca de 4,8 m de comprimento e 2,9 m entre eixos, a versão com mais autonomia, entre recargas, supera os 800 km…
Versão Cross Country na agenda
A confirmar-se, o regresso à produção de carrinhas pode entusiasmar os fãs mais saudosistas de marca que “adotou” o conceito em 1953 (Duett). Entre os modelos que mais contribuíram para a promoção da imagem da Volvo encontram-se o 145 (1967), o 850 (1993) ou o V70 (1996). Também pouco surpreendentemente, fala-se ainda na disponibilidade de uma versão Cross Country, uma fórmula estreada em 1997.
Atualmente, o nome Cross Country encontra-se apenas em carros que combinam a eficiência da motorização elétrica e características que “convidam” à condução fora de estrada (quatro rodas motrizes e suspensão sobrelevada, por exemplo), os casos de EX30 e EX60. Se receberem “luz verde”, os novos automóveis “premium” surgirão no mercado europeu só depois de 2028.










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