Elétricos e híbridos somam e seguem
- João Isaac

- 15 de nov. de 2025
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Os números das vendas de carros na China são sempre “esmagadores”. Depois de 100 anos de domínio dos EUA, o país ganhou o título de maior mercado automóvel mundial em 2009 e, em 2024, representou 30,6% do total de registos globais, com 26,05 milhões de 85,12 milhões (15,94 milhões nos EUA). A China também lidera a corrida à mudança no paradigma tecnológico dominante tanto na indústria, como no mercado, razão por detrás dos anúncios de recordes de matrículas de elétricos e híbridos Plug-In mês após o mês.

E os mais recentes registaram-se em outubro, com máximos novos históricos nos elétricos e nos NEV (Novas Energias), designação da categoria que combina todos os carros com motorizações elétricas e híbridas Plug-In (PHEV). Segundo números da Associação de Fabricantes de Automóveis da China (CAAM), que contabilizam as exportações, venderam-se 1,715 milhões de veículos com tecnologias que são alternativas às mecânicas de combustão interna convencionais, o que abrange os EREV, elétricos com sistemas de extensão de autonomia, e os FCEV com pilhas de combustível a hidrogénio.
Este número representa aumentos de 6,9% nas matrículas, comparativamente ao mês precedente, e de 20%, no frente a frente com o período homólogo de 2024. E, em outubro, e pela segunda vez consecutiva nas estatísticas mensais, mais de um milhão de carros elétricos vendidos na China, com um máximo de 1,109 milhões! A quota dos NEV, num mês em foram registados 3,322 milhões de automóveis, ou mais 8,8% do que em outubro do ano passado, posicionou-se acima da “fasquia” dos 50%, com 51,4%, o que também foi facto inédito.







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