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Híbridos valem 34,5% das vendas na UE

Em 2025, de acordo com números da Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA), venderam-se mais de 3,7 milhões de carros novos equipados com motorizações híbridas na União Europeia (UE), número que corresponde a uma quota de mercado de 34,5%! Globalmente, e na comparação com 2024, o número de matrículas aumentou 1,8%, para 10.822.831 unidades, registos que continuam, ainda assim, abaixo dos do período que antecederam a pandemia de COVID-19.



Os automóveis com motorizações híbridas, no período em exame, representaram 3.733.325 unidades vendidas. Este resultado deve-se, também, ao crescimento na procura, nos quatro maiores mercados da UE: Alemanha, França, Itália e Espanha, apresentando-os por ordem decrescente. Nas vendas de carros novos em 2025, as viaturas com mecânicas a gasolina conseguiram a “segunda maior fatia do bolo, com 26,6% dos registos, registo muito abaixo do de 2024, de 33,3%, o que corresponde a 18,7% de abrandamento na procura (as matrículas diminuíram, sobretudo, na Alemanha e em França, com quebras de 32% 21,6%, respetivamente, igualmente na comparação com o ano precedente).

 

Quota dos elétricos aumenta para 17,4% (+3,8) 

No acumulado de 2025, venderam-se, ainda, 1.880.370 automóveis elétricos na EU. Os crescimentos mais expressivos registaram-se em países como Alemanha, Países Baixos, Bélgica e França – os quatro, combinados, foram responsáveis por 62% das matrículas! A quota de mercado, comparativamente a 2024, aumentou 3,8%, para 17,4%, número, ainda assim, aquém do ambicionado.


Na quarta posição posicionaram-se os híbridos Plug-In (PHEV), com 1.015.887 unidades e 9,4% de quota. Espanha (111,7%), Itália (86,6%) e Alemanha (62,3%) foram os motores do crescimento de tecnologia que representou apenas 7,2% das vendas de carros novos em 2024.

 

Por fim, os carros com motores Diesel continuam em perda, com descida de 22,4% nas vendas, de 2024 para 2025, para uma quota de mercado de apenas 8,9%. Tudo somado, as mecânicas de combustão interna representaram só 35,5% das vendas de automóveis novos, “contra” 45,2% no ano precedente.

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