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Russell e Mercedes dominam Austrália

George Russell, no F1 W17 da Mercedes-AMG, ganhou a 40.ª edição do Grande Prémio, 29.ª no Circuito Albert Pak de Melbourne, ronda 1 do Mundial de 2026 e primeira corrida de era nova na Fórmula 1.



É a oitava vitória na categoria-rainha para o britânico de 28 anos. Para a escuderia alemã, com a segunda posição do italiano Kimi Antonelli, à frente dos Ferrari de Charles Leclerc e Lewis Hamilton, respetivamente, terceiro e quarto classificados, trata-se do 61.º “1-2”, mas só o primeiro desde Las Vegas-2024!


A Mercedes, depois dos três testes de pré-temporada em Espanha e no Bahrain, e da primeira e da segunda posições qualificação da véspera, apresentava-se como candidata número um à vitória na Austrália. Logo, o sucesso de George Russell em Melbourne, o primeiro do britânico no Albert Park, surpreendeu pouco, mas talvez a escuderia alemã não contasse com oposição tão forte da Scuderia Ferrari neste arranque da 77.ª temporada no Mundial de Fórmula 1.



Ultrapassagens: 120 em 2026, 45 em 2025!... 

A Mercedes venceu na Austrália pela quinta vez – neste grande prémio, as equipas mais bem-sucedidas são a McLaren, com 12 triunfos, e a Ferrari, com 11 –, mas os alemães, para comemorarem o sucesso que não conseguiam desde 2019 (Valtteri Bottas), tiveram de superiorizar-se, estrategicamente, à Ferrari numa corrida muito movimentada, como demonstram as 120 ultrapassagens em 58 voltas, “contra” 45 em 2025! Mas, como? Parando apenas uma vez nas boxes, e muito precocemente, na volta 12, sob o Virtual Safety Car ativado por Isack Hadjar, que parou o Red Bull em zona lateral do circuito (problema na unidade de potência RBPT Ford), na 11. A Scuderia decidiu de forma diferente, com os SF-26 a permanecerem na pista. “Um de nós, pelo menos, devia ter parado”, reagiu Lewis Hamilton no rádio da equipa… Os italianos, porventura, não esperavam que os pneus Pirelli resistissem tanto.



E o britânico tinha razão! Depois de início de corrida frenético, com George Russell e Charles Leclerc a trocarem muitas vezes de posições na frente do pelotão, após as paragens dos Mercedes, a ação tornou-se menos eletrizante e as paragens nas boxes dos Ferrari do monegasco (volta 26) e britânico (29) – o segundo já perdera o comando do grande prémio para o compatriota da Mercedes durante a 28 –, quase decidiram o resultado. O britânico Lando Norris, campeão em título, foi quinto, e o parceiro de equipa, o australiano Oscar Piastri, abandonou ainda antes do “tipo de partida”, perdendo o controlo do McLaren-Mercedes durante a volta de saída para a grelha de partida…



Audi, com Bortoleto, pontua na estreia

O neerlandês Max Verstappen (Red Bull-RBPT Ford), arrancou de 20.º e acabou em sexto (recuperação notável!), e o britânico Oliver Bearman (Haas-Ferrari) terminou em sétimo, à frente do compatriota Arvid Lindblad (Racing Bulls-RBPT Ford), que é o “rookie” no Mundial de 2026. O brasileiro Gabriel Bortoleto, novo, conquistou os primeiros pontos da Audi na Fórmula 1, na estreia da marca alemã na categoria, e o francês Pierre Gasly (Alpine-Mercedes) foi 10.º.



Nico Hülkenberg (Audi) também não participou no grande prémio (retiraram-no da grelha de partida, devido a problema técnico no R26). Em Melbourne, confirmação dos problemas na Aston Martin-Honda e estreia muito discreta da Cadillac-Ferrari na Fórmula 1.



“Sinto-me muito bem. O resultado é incrível tanto para mim, como para a equipa… O início da corrida foi espetacular. E não fiquei surpreendido, sobretudo depois de entrar na grelha de partida e ver que a bateria estava quase sem energia, facto que explica o mau arranque. Obrigado à equipa. O desenvolvimento carro exigiu muito trabalho, mas começámos a época da melhor forma possível”, disse Russell.



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